Seu cálculo da aposentadoria pode estar errado. Descubra agora!

Como saber se o cálculo da minha aposentadoria
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Entenda como analisar documentos, identificar falhas e confirmar se o cálculo da minha aposentadoria está correto para evitar prejuízos e garantir o benefício certo!

Se eu quiser ter certeza de que o cálculo da minha aposentadoria está correto, por onde começo? 

Na prática, você precisa responder a três perguntas: todas as contribuições estão registradas, o INSS usou a regra certa para o seu caso e o percentual aplicado sobre a sua média salarial faz sentido frente ao seu tempo de contribuição. 

Quando essas três peças se encaixam, a chance de o valor da aposentadoria estar correto aumenta muito.

Para chegar a essa resposta, você não precisa decorar fórmulas complicadas. 

Em vez disso, precisa conferir dados. 

Primeiro, organize seus documentos e compare com o extrato previdenciário. 

Depois, entenda qual regra de aposentadoria se aplica à sua situação, principalmente após a Reforma da Previdência. 

Por fim, veja se o valor apresentado acompanha o que a legislação prevê para o seu tempo de contribuição, idade e histórico profissional.

Ao longo deste artigo, você vai ver, passo a passo, como revisar o cálculo da minha aposentadoria, como identificar sinais de erro e em que momento vale buscar apoio jurídico especializado para proteger o que você construiu ao longo de toda a sua vida de trabalho.

O que mudou no cálculo após a Reforma da Previdência?

A Reforma da Previdência mudou a lógica do cálculo da aposentadoria. 

De maneira geral, o valor deixou de considerar apenas as maiores contribuições e passou a olhar para praticamente toda a carreira contributiva. 

Isso significa que períodos com salários baixos ou contribuições irregulares agora pesam mais na conta.

Além disso, o benefício não parte mais, automaticamente, de 100% da média salarial.

Depois de atingidos os requisitos mínimos, a regra geral prevê que a aposentadoria comece em um percentual da média (em muitos casos, 60%) e aumente conforme os anos de contribuição que ultrapassam o mínimo exigido. 

Em outras palavras, quanto mais tempo registrado, maior tende a ser o percentual aplicado.

Quem já contribuía antes da reforma pode cair em alguma regra de transição.

Cada uma delas tem requisitos próprios de idade, tempo de contribuição e forma de cálculo.

Por isso, duas pessoas com faixas salariais parecidas podem receber valores bem diferentes, simplesmente porque foram enquadradas em regras distintas. 

Avaliar se o INSS escolheu a regra adequada é parte fundamental da checagem do cálculo da aposentadoria.

Documentos que você precisa ter em mãos

Para analisar o cálculo da sua aposentadoria com segurança, você depende de documentos que contem a sua história previdenciária de forma completa e organizada.

Comece pelo extrato previdenciário (CNIS). 

Nele você encontra os vínculos de emprego, as contribuições como autônomo, MEI ou contribuinte individual e outras informações que o INSS usa como base para o cálculo previdenciário. 

Em seguida, reúna carteiras de trabalho, contracheques e recibos de pagamento de contribuição, inclusive de empregos antigos.

Se você já recebe o benefício, inclua também a carta de concessão e a memória de cálculo.

Esses documentos mostram qual tipo de aposentadoria foi concedida, qual foi o tempo de contribuição reconhecido, quais salários entraram na média e qual coeficiente o INSS aplicou sobre esse valor. 

Com esse conjunto em mãos, você já consegue começar a revisão do cálculo da minha aposentadoria com muito mais clareza.

Passo a passo para revisar o cálculo da minha aposentadoria

Agora que você entendeu melhor sobre o cálculo da Reforma, chegou a hora de conhecer o passo a passo para realizá-lo de maneira correta.

Por isso, confira a seguir:

1. Confira o tempo de contribuição

O primeiro passo é verificar se todo o seu tempo de contribuição está sendo considerado.

Compare, vínculo por vínculo, o que está no CNIS com o que aparece na carteira de trabalho e nos demais registros.

Veja se existem períodos em que você trabalhou, mas que não aparecem no extrato, ou datas de início e saída divergentes.

Pequenas diferenças de datas podem significar meses ou até anos a menos de contribuição.

Como o tempo total influencia tanto o direito à aposentadoria quanto o percentual aplicado sobre a média, qualquer falha aqui pode distorcer o cálculo da aposentadoria.

2. Analise os salários de contribuição

Depois de conferir os períodos, foque nos valores. 

Os salários de contribuição registrados no extrato precisam ser compatíveis com o que você efetivamente recebia. 

Use contracheques, holerites e acordos coletivos para comparar.

Se você identificar salários sub-declarados ou meses inteiros sem registro em períodos em que houve trabalho, a média salarial usada para o cálculo da minha aposentadoria provavelmente ficou menor do que deveria. 

Como o benefício mensal deriva dessa média, cada erro nessa base se repete ao longo de toda a aposentadoria.

3. Verifique contribuições como autônomo, MEI ou contribuinte individual

Muita gente passou parte da vida profissional sem carteira assinada, mas contribuindo por conta própria. 

Por isso, verifique se as contribuições feitas como autônomo, MEI ou contribuinte individual aparecem corretamente no extrato.

Quando esses recolhimentos não constam, o tempo de contribuição diminui e, em alguns casos, o próprio direito à aposentadoria fica ameaçado. 

Em outros, a falta de contribuições mais altas em determinados períodos prejudica a média e reduz o valor final da aposentadoria.

4. Entenda qual regra de cálculo foi aplicada

Por fim, confirme qual regra o INSS usou para calcular o seu benefício. 

Dependendo da sua idade, da data em que começou a contribuir e do tempo total registrado, você pode ter acesso a mais de uma regra de transição, além da regra permanente.

Se o sistema aplicou uma regra menos vantajosa, o cálculo da sua aposentadoria pode não refletir da melhor forma o tempo que você contribuiu. 

Em muitas situações, uma análise técnica mostra que outra regra poderia resultar em valor maior, sem qualquer ilegalidade, apenas com uma escolha mais favorável dentro do que a legislação permite.

Sinais de que o cálculo da aposentadoria pode estar errado

Alguns sinais práticos indicam que vale olhar o cálculo com mais atenção:

  • O valor da aposentadoria parece muito baixo em comparação com o histórico de salários e o tempo de contribuição; 
  • Há vínculos ausentes no extrato, apesar de constarem na carteira de trabalho; 
  • Contribuições como autônomo ou MEI não aparecem, mesmo com comprovantes em mãos; 
  • Períodos de atividade insalubre ou perigosa não foram analisados como tempo especial; 
  • A simulação feita em ferramentas oficiais mostra valor muito diferente daquele que você recebe.

Quando esses indícios aparecem, é possível considerar uma revisão da aposentadoria. 

A legislação estabelece prazo para discutir o cálculo, por isso não é recomendável adiar indefinidamente essa decisão. 

Quanto antes você revisar, maiores as chances de corrigir eventuais perdas.

Por que contar com um escritório especializado como a Melhor Benefício?

Embora seja possível dar os primeiros passos sozinho, interpretar regras, cálculos e prazos exige conhecimento técnico. 

A legislação previdenciária muda, as normas internas do INSS são detalhadas e cada segurado traz particularidades que não cabem em uma fórmula genérica.

Por isso, muitos possíveis aposentados preferem contar com apoio de um escritório especializado em Direito Previdenciário, como a Melhor Benefício, em São Paulo. 

Uma equipe experiente consegue analisar toda a documentação, identificar lacunas no extrato, escolher a regra mais vantajosa, preparar o pedido e acompanhar o processo de perto para reduzir riscos de indeferimento ou de erro no valor concedido.

Além disso, quando o benefício já foi concedido, o escritório pode avaliar com precisão se o cálculo da minha aposentadoria comporta revisão, quais são as chances de melhora no valor e se a discussão deve ocorrer na via administrativa ou judicial.

Isso transforma um tema complexo em um plano claro de ação.

O momento ideal para conferir se a sua aposentadoria está justa com a sua história

Depois de tantos anos de contribuição, aceitar um valor que ainda gera dúvida não precisa ser o desfecho natural da sua trajetória profissional.

Agora você já sabe como revisar o cálculo da aposentadoria: organizar documentos, conferir tempo de contribuição, analisar salários, entender a regra aplicada e identificar sinais de erro.

Se, ao olhar para o seu benefício, você sente que algo não fecha, este é o momento de agir.

Comece revisando seus registros e, em seguida, considere contar com a ajuda da Melhor Benefício para transformar dúvidas em números concretos.

Assim, você deixa de apenas confiar no sistema e passa a ter certeza de que o cálculo da minha aposentadoria realmente faz justiça à sua história de trabalho e ao futuro que você deseja construir para si e para a sua família.

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